#2noTelhado (2018) #costurasteoricas
foto 1. @tipoforadacasinha
quarta-feira, 7 de maio de 2025
bartolo residencial matchbox
Foto e texto: Tina Bau
REPOST @tipoforadacasinha
sei que inda é maio
também sei que a referência é Chapeuzinho
mas me lembra uma rena misturada com Noel, Bartolo
o menino do capuz verde, o Grinch
então, se as festas juninas são o natal do sertão,
desce do telhado pra lage o papão
na noite pra João
no barbante cola bandeirolas
na cozinha faz quentão
e o garoto já crescido
atento
sonha e transforma o tempo
arteirice em horinhas de descuido
(ansiedade pelo sanju também explica)
que fiz pra Peter O Sagae
ousadia, com camadas e intenção
#bartolodetolonãotemnadiindafazcanjica
REPOST @tipoforadacasinha
sei que inda é maio
também sei que a referência é Chapeuzinho
mas me lembra uma rena misturada com Noel, Bartolo
o menino do capuz verde, o Grinch
então, se as festas juninas são o natal do sertão,
desce do telhado pra lage o papão
na noite pra João
no barbante cola bandeirolas
na cozinha faz quentão
e o garoto já crescido
atento
sonha e transforma o tempo
arteirice em horinhas de descuido
(ansiedade pelo sanju também explica)
que fiz pra Peter O Sagae
ousadia, com camadas e intenção
#bartolodetolonãotemnadiindafazcanjica
terça-feira, 6 de maio de 2025
¡Y dale, Mafalda! Bora, Bartolo!
@mafaldadigital publicou uma tirinha satírica no Dia Mundial do Livro, recordando Quino e sua visada sobre as histórias para crianças tão cheias de magia, lugares distantes... e lobos pantagruéis, papões, onis, burtopelos, babayagas e mapinguaris, jajaja já está que eu logo rebati nos stories — que os leitores de Mafalda conheçam o Bartolo Burtopelo, um ogro pelo-duro que não come niños, nenas nem curumins!
Ay!
#bartoloburtopelo
ilustrações @suryara
#2noTelhado (2021)
foto adicional @bancatatui
🧡 #quemtemquindimtem
sexta-feira, 21 de março de 2025
admirar não é segredo
Tirei frases de uma resenha sobre O caderno de jardineiro e, juntando outros poemas, fiz um caderno dedicado a Angela Lago e, hoje, dia mundial da poesia numa celebração sem barulho, me lembrei de contar que deixei meus poemas todos online. Desconfio que Angela aprovaria.
Leia aqui
Admirar não é segredo
a resenha em Dobras da Leitura
em 11 de fevereiro, 2017
#admirarnãoésegredo
#2noTelhado (2018)
foto @celianiimoto (2019)
Leia aqui os poemas online
umacaixaquecoaxa.blogspot.com (2025)
Leia aqui
Admirar não é segredo
a resenha em Dobras da Leitura
em 11 de fevereiro, 2017
#admirarnãoésegredo
#2noTelhado (2018)
foto @celianiimoto (2019)
Leia aqui os poemas online
umacaixaquecoaxa.blogspot.com (2025)
terça-feira, 11 de março de 2025
Dizem? Esquecem.
“Tenho medo de assustá-las,
minhas crianças,
tremo ao chegar à Ilha da Inocência
onde tudo era tranquilo e seguro.
Tenho medo de levar
a este pequenino mundo
histórias do prisioneiro e do carcereiro,
histórias de nazarenos e nazistas...
Em nossa terra, elas são terríveis
e fazem crianças virarem cinzas.”
Este é mais um trecho poema de Fadwa Tuqan: Uma carta para duas crianças de além-rio (1969) que traduzi e publiquei na forma de uma plaquete costurada à mão. Gostei bastante do formato para a leitura, considerando ainda a economia de papel. Na quarta capa, diferentes cartazes de artistas gráficos que doaram seu talento para o projeto internacional @flyers_for_falastin
#FadwaTouqan
#فدوى_طوقان
Fiz estas fotos em dezembro. Algumas pessoas insistiram que a Palestina virou a ansiedade de uma guerra que não é minha. Concordar ou não? Colar os versos de Fernando Pessoa?
minhas crianças,
tremo ao chegar à Ilha da Inocência
onde tudo era tranquilo e seguro.
Tenho medo de levar
a este pequenino mundo
histórias do prisioneiro e do carcereiro,
histórias de nazarenos e nazistas...
Em nossa terra, elas são terríveis
e fazem crianças virarem cinzas.”
Este é mais um trecho poema de Fadwa Tuqan: Uma carta para duas crianças de além-rio (1969) que traduzi e publiquei na forma de uma plaquete costurada à mão. Gostei bastante do formato para a leitura, considerando ainda a economia de papel. Na quarta capa, diferentes cartazes de artistas gráficos que doaram seu talento para o projeto internacional @flyers_for_falastin
Théo Garnier-Greuez @theogarniergreuez#FadwaTuqan
Ferru Castillo @ferru.illustrates
Mabrouq Azeez @mabrouq
Susana Igs @sigsillustration
Martina RM @mrrrtna
Laura Anastasio @lauranastasio
#FadwaTouqan
#فدوى_طوقان
Fiz estas fotos em dezembro. Algumas pessoas insistiram que a Palestina virou a ansiedade de uma guerra que não é minha. Concordar ou não? Colar os versos de Fernando Pessoa?
Além-Rio é uma expressão que adotei como alusão à Cisjordânia, cujo mapa pode assemelhar-se a uma asa de borboleta, com manchas bem definidas pelo apartheid e territórios reivindicados. Ainda ontem, sobre Gaza, o Estado de Israel decidiu pelo corte do fornecimento de energia elétrica. O preço da poesia, nas redes sociais controladas, é não ter direito à entrega das postagens.Dizem?
Esquecem.
Não dizem?
Disseram.
Fazem?
Fatal.
Não fazem?
Igual.
Porquê
Esperar?
— Tudo é
Sonhar.
sábado, 8 de março de 2025
Fadwa Tuqan
[posfácio]
Fadwa Tuqan dedicou sua vida à poesia e à literatura, e sua visão de mundo fora fortemente modificada pela ocupação sionista da Palestina, após a Nakba (“Catástrofe”) de 1948, e essa influência se faria sentir ainda mais, após a ocupação da sua cidade, Nablus, durante a guerra de 1967. Este poema foi escrito logo nos primeiros meses, quando as pontes entre as duas margens foram destruídas. Dezenas de vítimas que intentavam atravessar o rio a nado eram mortas por balas inimigas
todos os dias.
Ela mesma provou o sabor da injustiça, da opressão, da falta de paz e liberdade. Nestas palavras, Abdul Hakim Al-Waeli descreveu a produção de Fadwa Tuqan:
Também conhecido como Uma mensagem para duas crianças na Margem Leste, ou West-Bank, ou Cisjordânia, esta foi a terceira vez que me coloquei sobre o poema publicado na coletânea Al Layl Wal Fursan (1969), resultando de leituras e releituras das conversões automáticas do árabe para o português, da versão em língua inglesa de M. J. Meinster (1994), e um fragmento traduzido por Maria Carolina Gonçalves e Michel Sleiman, em artigo da revista Exilium 3 (2021).
* * *
Foto-montagem: 5to Encuentro de Poesía Árabe
Homenaje a Fadwa Tuqan y la Poesía Palestina
Argentina, 11 de dezembro de 2021
P.S. outro poema de Fadwa Tuqan que traduzi
Ela mesma provou o sabor da injustiça, da opressão, da falta de paz e liberdade. Nestas palavras, Abdul Hakim Al-Waeli descreveu a produção de Fadwa Tuqan:
“A questão da Palestina tingiu seus cabelos de um vermelho brilhante. A Palestina sempre foi uma consciência sangrenta nas profundezas de nossa poetisa, e é por isso que sua poesia patriótica é sincera, coerente e autêntica, sem lugar para arbitrariedade e artificialidade.”Alguns de seus poemas foram traduzidos para muitas línguas estrangeiras, como inglês, italiano, sueco, francês, alemão, russo, turco, persa e hebraico.
Também conhecido como Uma mensagem para duas crianças na Margem Leste, ou West-Bank, ou Cisjordânia, esta foi a terceira vez que me coloquei sobre o poema publicado na coletânea Al Layl Wal Fursan (1969), resultando de leituras e releituras das conversões automáticas do árabe para o português, da versão em língua inglesa de M. J. Meinster (1994), e um fragmento traduzido por Maria Carolina Gonçalves e Michel Sleiman, em artigo da revista Exilium 3 (2021).
* * *
Foto-montagem: 5to Encuentro de Poesía Árabe
Homenaje a Fadwa Tuqan y la Poesía Palestina
Argentina, 11 de dezembro de 2021
P.S. outro poema de Fadwa Tuqan que traduzi
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
o quero e o não queria
REPOST
Tina.Bau
@tipoforadacasinha "a mim mesmo
eu diria: boa sorte
é ter um olho só pra refrear
mil homens à vista"
só acho
tão carnaval nas ruas de Salvador
"se eu fosse um ciclope"
zine de Peter O Sagae
tão "entre o pão e a poesia"
o quero e o não queria
"menino ou menina, edifício e maracá
virtude e vício, liberdade e precipício
fazer pão, fazer comício"
#sesese
@tipoforadacasinha "a mim mesmo
eu diria: boa sorte
é ter um olho só pra refrear
mil homens à vista"
só acho
tão carnaval nas ruas de Salvador
"se eu fosse um ciclope"
zine de Peter O Sagae
tão "entre o pão e a poesia"
o quero e o não queria
"menino ou menina, edifício e maracá
virtude e vício, liberdade e precipício
fazer pão, fazer comício"
#sesese
domingo, 22 de dezembro de 2024
três bartolos procuram o menino
conto inspirado na pequena ópera
AMAHL E OS VISITANTES DA NOITE
de Gian Carlo Menotti (1951)
leia aqui >> 2notelhado.wordpress.com
em tempo, Amahl é um nome de menino com raízes árabes, derivado da palavra ‘mahl’ (generoso ou bondoso) significando ‘Esperança’.
🔺️
#bartoloburtopelo
ilustrações de @suryara
1.ed. BabaYaga, 2016
#2noTelhado 2021
AMAHL E OS VISITANTES DA NOITE
de Gian Carlo Menotti (1951)
leia aqui >> 2notelhado.wordpress.com
em tempo, Amahl é um nome de menino com raízes árabes, derivado da palavra ‘mahl’ (generoso ou bondoso) significando ‘Esperança’.
🔺️
#bartoloburtopelo
ilustrações de @suryara
1.ed. BabaYaga, 2016
#2noTelhado 2021
quinta-feira, 5 de dezembro de 2024
TBT or NOT TBT
“Tá todo mundo pondo os miolos pra fora, você não vai colocar minhas fotos?”
Ahn?
“Olhe o peito-ruivo nos galhos da biblioteca.”
#2noTelhado na @feiramiolos
colagem com as fotos oficiais
registradas por @clarinhaddias
cameo #seeufosseumciclope
na vitrine de lançamentos
#peitoruivo #xicacambaxirra
#casamentomaroto
#feiramiolos2024 #miolos2024 #feiramiolos
#publicacaoindependente #bibliotecamariodeandrade
Ahn?
“Olhe o peito-ruivo nos galhos da biblioteca.”
#2noTelhado na @feiramiolos
colagem com as fotos oficiais
registradas por @clarinhaddias
cameo #seeufosseumciclope
na vitrine de lançamentos
#peitoruivo #xicacambaxirra
#casamentomaroto
#feiramiolos2024 #miolos2024 #feiramiolos
#publicacaoindependente #bibliotecamariodeandrade
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
fragmentos de uma contínua guerra
Costumava dizer a meus alunos que política e poesia são duas faces de uma mesma moeda, a face da política evidentemente que não faço muito juízo de todas as problemáticas sobre as fronteiras e a economia de um povo, um estado, uma nação, aí mesmo onde não há terreno para metáforas como na poesia, quando uma imagem mais outra imagem buscam definir uma ideia, um conceito, uma resposta à realidade objetiva com sua subjetividade entre um alerta e uma ilusão de presença. Penso no livro como uma porta, uso a fotografia de uma publicação impressa como esta porta.
As crianças de Gaza choram, no entanto têm mais coragem do que eu. Ontem traduzi outro poema que dizia isso a meu respeito. As crianças do Congo choram. As crianças da Ucrânia choram. As crianças Yanomami choram. Ouvi as vozes de crianças da Bósnia refugiadas na Espanha lendo cartas, em 1992, entre doçuras e soluços, entre risos e lágrimas. Não é preciso conhecer uma palavra quando se escuta, determinadamente, os sentimentos de perda, desejo por respostas, desespero, espera. Ouvi ainda crianças espanholas lendo cartas de outras crianças espanholas refugiadas na Rússia, em 1947, elas nunca voltaram para casa. Ouvi um menino mexicano chorando a morte do pai que ele mesmo enterrava, exigindo que a revolução viesse, tarde o temprano.
Esses caminhos de leitura e escuta me levaram à carta de Fadwa Tuqan, extenso poema, breve poema, com um discurso entrecortado de memórias recentes e distantes, evocação de narrativas familiares e maravilhosas, oscilando como a fita de áudio em um gravador-reprodutor. É a pequena caixinha sonora de Brecht que não pode ficar muda, de repente. Se toda palavra contém um som, todo som uma imagem, a porta aí está para estarmos no corpo desta poeta, ecoando suas palavras em nosso conhecimento de mundo.
AL-ZULAICH
A porta branca desta plaquete impressa domesticamente e costurada à mão aqui coloquei frente à parede externa da Fundação Manoel Madruga que fotografei, quando estive em Goiânia, em 2019. De origem egípcia, a decoração em cerâmica foi introduzida na Península Ibérica através dos árabes, dizem, durante o século XIII ou XV. Já imagino que, no mesmo longo de período de imprecisão, tenha nascido o Burtopelo (mas isso é material para outra postagem). Além da tez moura-espanhola, o azul da porcelana proveio da China e um refinado acabamento fabril da Holanda.
Quanta cultura árabe ainda cabe na Palestina?
Quanta Palestina existe no ‘sonho árabe’ dos orientalistas?
As crianças de Gaza choram, no entanto têm mais coragem do que eu. Ontem traduzi outro poema que dizia isso a meu respeito. As crianças do Congo choram. As crianças da Ucrânia choram. As crianças Yanomami choram. Ouvi as vozes de crianças da Bósnia refugiadas na Espanha lendo cartas, em 1992, entre doçuras e soluços, entre risos e lágrimas. Não é preciso conhecer uma palavra quando se escuta, determinadamente, os sentimentos de perda, desejo por respostas, desespero, espera. Ouvi ainda crianças espanholas lendo cartas de outras crianças espanholas refugiadas na Rússia, em 1947, elas nunca voltaram para casa. Ouvi um menino mexicano chorando a morte do pai que ele mesmo enterrava, exigindo que a revolução viesse, tarde o temprano.
Esses caminhos de leitura e escuta me levaram à carta de Fadwa Tuqan, extenso poema, breve poema, com um discurso entrecortado de memórias recentes e distantes, evocação de narrativas familiares e maravilhosas, oscilando como a fita de áudio em um gravador-reprodutor. É a pequena caixinha sonora de Brecht que não pode ficar muda, de repente. Se toda palavra contém um som, todo som uma imagem, a porta aí está para estarmos no corpo desta poeta, ecoando suas palavras em nosso conhecimento de mundo.
AL-ZULAICH
A porta branca desta plaquete impressa domesticamente e costurada à mão aqui coloquei frente à parede externa da Fundação Manoel Madruga que fotografei, quando estive em Goiânia, em 2019. De origem egípcia, a decoração em cerâmica foi introduzida na Península Ibérica através dos árabes, dizem, durante o século XIII ou XV. Já imagino que, no mesmo longo de período de imprecisão, tenha nascido o Burtopelo (mas isso é material para outra postagem). Além da tez moura-espanhola, o azul da porcelana proveio da China e um refinado acabamento fabril da Holanda.
Quanta cultura árabe ainda cabe na Palestina?
Quanta Palestina existe no ‘sonho árabe’ dos orientalistas?
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
10 Anos da Banca Tatuí
E nós #2noTelhado estamos contentes em participar dos 10 ANOS DA BANCA TATUÍ, numa “festa babilônica” que reúne 10 lançamentos bastante diversos em temas e destinatários.
#umacartaparaduascrianças é suave e fortemente um poema de Fadwa Tuqan endereçado a todas as crianças da Palestina e do mundo, pequenos leitores ou adultos. O texto busca confortar e faz refletir sobre a condição de viver refugiado em seu próprio país, presos em sua própria casa e distanciados dos parentes, sem a terra dos velhos avós, sem imaginar outro futuro, senão a luta, para seus filhos.
Fotolab Linaibah traz ‘Presente’, de Florencia Lastreto, e estacionará sua La Bici Press pra produzir um zine. A Barbante apresenta dois volumes da coleção Sound + Vision: ‘Minas à beira-mar’, de Marceli Mengarda (a publicadora da Burocrata Carimbos), e ‘O Evangelho segundo Odair’, de Leonardo Vinhas. A Laranja Original vem com ‘Diário de si’, de Emanuella Coelho Soares. A La Tosca lança ‘Foi logo ali’ e uma novela gráfica ‘Entre’, ambos de Ana Uviedo, e ‘Esquecer você’, de Ian Uviedo. Já Stêvz traz 'Amerika Amerika Amerika' (Impressões de Minas) e, finalmente, ‘Simpatia’ de Rodrigo Blanco Calderón, pela Editora Incompleta.
@bancatatui
@labicipress
@fotolablinaibah
@editorabarbante
@laranjaoriginal
@latoscainc
@impressoesdeminaseditora
@editoraincompleta
😊 “Todo mundo convidadíssimo.”
#bancatatui #bancatatui10anos
#santacecilia #vilabuarque
#centrodesp #vemprocentro
#umacartaparaduascrianças é suave e fortemente um poema de Fadwa Tuqan endereçado a todas as crianças da Palestina e do mundo, pequenos leitores ou adultos. O texto busca confortar e faz refletir sobre a condição de viver refugiado em seu próprio país, presos em sua própria casa e distanciados dos parentes, sem a terra dos velhos avós, sem imaginar outro futuro, senão a luta, para seus filhos.
@bancatatui
@labicipress
@fotolablinaibah
@editorabarbante
@laranjaoriginal
@latoscainc
@impressoesdeminaseditora
@editoraincompleta
😊 “Todo mundo convidadíssimo.”
#bancatatui #bancatatui10anos
#santacecilia #vilabuarque
#centrodesp #vemprocentro
sexta-feira, 29 de novembro de 2024
Onde a força não perece.
O Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino é uma data proclamada pela Organização das Nações Unidas, em dezembro de 1977, levando adiante uma ideia de garantia à autodeterminação dos povos e pelo não-uso de armas de destruição em massa, sobrepondo-se ao 29 de novembro de 1947, quando, em Assembleia geral, a mesma ONU votou pela Resolução 181, determinando a partição das terras da Palestina em dois Estados. Ao povo israelense, 56% contra 44%, para a população árabe, por assim dizer. Já inicialmente, as forças sionistas lograram ocupar 78% do território, o que implicou na expulsão dos palestinianos das terras designadas a eles, refugiando-se em acampamentos na Cisjordânia, Gaza, Líbano, Jordânia e Síria.
29 de novembro é uma data que se preenche de significados e contradições dentro da História das fronteiras internacionais. O apoio e a solidariedade, na forma de visibilidade do Estado da Palestina e seu povo, são importantes para acompanharmos sua luta anticolonial, estarmos junto a homens e mulheres que sempre souberam alçar grito e presença, em voz alta, arte, debate, política, literatura, onde mesmo não pareça existir espaço para metáforas. Onde a força não perece.
IMAGENS
Stop the war on Palestian children
Emma Gascó (Espanha) @emmagasco
2024 @flyers_for_falastin
Palestine Lives
Kamal Boullata: imagem alusiva aos 10 Anos da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), por ocasião do discurso proferido durante a Assembleia Geral da ONU, em novembro de 1974. The Palestine Poster Project Archives | PPPA
Menino usa uma funda para atirar pedras em soldados das FDI, durante confrontos após um protesto perto de Nablus (Cisjordânia), em 2014. Foto: Agência Reuters.
Guernica in Gaza
Luca di Napoli @vladoskino
2024 @flyers_for_falastin
Solidariedade, não caridade: uma mulher e os seus filhos num dos abrigos da UNRWA, a leste da Cidade de Gaza, depois de residentes das regiões orientais terem sido sujeitos a deslocamento forçado. Foto: Al Jazeera / Agência de Notícias da Anatólia, por Walla Karaja, em 14 de maio, 2021 @wkaraja
//
pesquisas para
#umacartaparaduascrianças
29 de novembro é uma data que se preenche de significados e contradições dentro da História das fronteiras internacionais. O apoio e a solidariedade, na forma de visibilidade do Estado da Palestina e seu povo, são importantes para acompanharmos sua luta anticolonial, estarmos junto a homens e mulheres que sempre souberam alçar grito e presença, em voz alta, arte, debate, política, literatura, onde mesmo não pareça existir espaço para metáforas. Onde a força não perece.
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Stop the war on Palestian children
Emma Gascó (Espanha) @emmagasco
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Palestine Lives
Kamal Boullata: imagem alusiva aos 10 Anos da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), por ocasião do discurso proferido durante a Assembleia Geral da ONU, em novembro de 1974. The Palestine Poster Project Archives | PPPA
Menino usa uma funda para atirar pedras em soldados das FDI, durante confrontos após um protesto perto de Nablus (Cisjordânia), em 2014. Foto: Agência Reuters.
Guernica in Gaza
Luca di Napoli @vladoskino
2024 @flyers_for_falastin
Solidariedade, não caridade: uma mulher e os seus filhos num dos abrigos da UNRWA, a leste da Cidade de Gaza, depois de residentes das regiões orientais terem sido sujeitos a deslocamento forçado. Foto: Al Jazeera / Agência de Notícias da Anatólia, por Walla Karaja, em 14 de maio, 2021 @wkaraja
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